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Quinta-Feira, 12 de Julho de 2018, 09h:07
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DEFENSORIA

Corregedoria apresenta plano de ação para o segundo semestre à equipe

Por: Assessoria

 

Um plano de trabalho com metas diárias de produção foi apresentado pelo corregedor-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT), Cid Borges de Campos Filho, e negociado com a equipe da unidade, para que nos próximos cinco meses e meio as propostas da gestão sejam cumpridas.

 

Responsável por acompanhar a vida funcional de 188 defensores e 80 servidores efetivos, fazer correições e inspeções para averiguar a qualidade e a quantidade do trabalho desses profissionais, instaurar e dar andamento em procedimentos disciplinares administrativos, receber e avaliar relatórios de atuação dos membros da Instituição, entre outras tarefas, a proposta apresentada foi a de trabalhar com um mapa claro dos objetivos a serem atingidos.

 

Para garantir o foco e a agilidade, a equipe também fará uso de uma ferramenta japonesa de gestão eficaz, os Cinco Sensos (5S). O método foi aplicado com sucesso a partir da década de 1950 em empresas japonesas interessadas na retomada econômica e no crescimento do país, após a segunda guerra mundial. No Japão, as regras dos cinco sensos são efetivas ainda hoje.

 

O corregedor-geral explica que com um quadro de três defensores e nove servidores, a unidade terá que ter determinação, disciplina e trabalhar em cooperação para cumprir propostas importantes para a Instituição. “Temos várias frentes de atuação e fazer isso com a definição de um cronograma de ação, com datas de entrega é incluir todas as nossas atribuições no tempo que temos. Planejamos fazer 44 correições, prontuários funcionais, que deixaremos todo informatizado, cuidamos do probatório, elaboramos estatísticas e temos poucos recursos humanos”.

 

Entre as atribuições para o segundo semestre estão a revisão de arquivos físicos com seis mil processos, padronização e digitalização deles, solicitação de informações, em 270 varas nas comarcas de Mato Grosso, sobre o uso de advogados dativos; a criação de um banco de dados sobre o uso de ações na Justiça para acesso da população à saúde, uma correição interna em procedimentos e relatórios.

 

“Temos pouco tempo, muito trabalho e poucos recursos humanos. Porém uma equipe dedicada e comprometida que, visualizando a tarefa a ser feita, terá condições de se organizar para cumprir a função”, garante o corregedor.

 

Campos lembra que, desde a instalação da Corregedoria em Mato Grosso, em 1999, um único defensor público foi demitido, após procedimento que iniciou na unidade. E que aquele foi um caso isolado. Ele informa que a maior parte das reclamações que chegam, são feitas por atendidos e estão relacionadas à estrutura precária, mal entendidos e equívocos de comunicação.

 

“Temos um dos melhores quadros de profissionais do sistema de Justiça, sem dúvida nenhuma. Profissionais que trabalham muito, com competência e pouca estrutura. É um quadro que nos orgulha por serem abnegados, inovadores e empenhados”.

 

Participaram da reunião as primeira e segunda subcorregedoras-gerais, Alenir Garcia e Helyodora Rotini, que garantiram apoio nas demandas apresentadas.

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Edição 139 julho de 2018

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