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Segunda-Feira, 18 de Novembro de 2019, 08h:35
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ESPORTE
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Pilar em título, defesa da Seleção cai de rendimento após Copa América em meio a mudanças

Por: Globo esporte

Lucas Figueiredo

ALISSON

 

A força defensiva se tornou uma marca da Seleção desde que Tite assumiu o comando da equipe, no segundo semestre de 2016. Foi deste jeito que veio o primeiro título do treinador, há quatro meses. Extremamente sólido na marcação, o Brasil levou apenas um gol na conquista da Copa América, em julho. Porém, desde então essa característica se perdeu.

 

A Seleção foi vazada nas cinco partidas que disputou depois de levantar a taça – contra Colômbia, Peru, Senegal, Nigéria e Argentina – e não conseguiu mais ganhar, igualando o pior jejum de vitórias desde 2013.

 

Se até julho o Brasil tinha a melhor defesa do mundo, depois da Copa América a média de gols sofridos passou a ser de 1,2 gol por jogo (o triplo do aproveitamento da era-Tite, de 0,36 por duelo).

 

Nestes amistoso recentes, o treinador promoveu mudanças no setor defensivo, algumas forçadas e outras por opção. O goleiro Alisson, por exemplo, esteve machucado e só voltou a vestir a amarelinha diante da Argentina. Já a lateral-direita teve três titulares diferentes: Daniel Alves, Fagner e Danilo. O zagueiro Éder Militão e o lateral-esquerdo Renan Lodi também foram testados no setor.

 

– Uma defesa sólida passa por todo o contexto, também de posicionamento. Temos um time mais leve do que antes, passa também pelas atuações de cada jogador, é uma responsabilidade nossa, cada um saber que pode dar mais. É uma responsabilidade conjunta, estamos ciente de que podemos melhorar, vamos fazer isso a partir do próximo jogo – analisou o zagueiro Marquinhos.

 

O jogador do Paris Saint-Germain voltará a ser titular da zaga no último jogo do Brasil no ano, diante da Coreia do Sul, às 10h30 (de Brasília) desta terça-feira. O amistoso será realizado no estádio Mohammed Bin Zayed, em Abu Dhabi.

 

Outra mudança confirmada na defesa canarinho é a entrada do lateral-esquerdo Renan Lodi no lugar de Alex Sandro, machucado.

 

Para retomar o caminho das vitórias e fechar bem a temporada, a Seleção tenta ajustar a defesa e voltar a não ser vazada, algo que aconteceu em 32 dos 47 jogos sob o comando de Tite.

 

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