Quarta-Feira, 06 de Dezembro de 2017, 16h:38
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EM SEGURANÇA

Cuiabana desaparecida na Síria deve chegar ao Brasil na quinta

Por: Redação

Montagem/NotíciaMax

jovem na síria

A Polícia Federal encontrou a jovem em segurança na Síria

A funcionária da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), Juliana Cruz, que foi considerada desaparecida após viajar para a Síria, foi localizada em segurança e encaminha para a embaixada brasileira em Damasco, na Síria. Ela havia sido detida logo chegar ao país, por soldados locais.

 

Juliana teria embarcado para a Síria em novembro deste ano para se encontrar com um homem que conheceu pela internet. Após não retornar no período informado aos seus familiares e a mãe da jovem não conseguir mais falar com ela, um boletim de ocorrência foi registrado pela família no dia 29 de novembro.

 

A prisão da brasileira aconteceu junto com o homem, Sheraz Re (nome usado no Facebook). Segundo informações, ele seria um rebelde opositor ao Governo, e por razão de estar junto do homem, Juliana também foi detida.

 

Entretanto, ela foi liberada após negociações da embaixada brasileira em Damasco com o Governo Sírio. Nesta manhã (06), Juliana embarcou para o Brasil e deve chegar na quinta.

 

O caso

A funcionária da AMM viajou para Síria em novembro deste ano para encontrar com o homem que conheceu pela internet, Sheraz Re (nome usado no Facebook).

 

Em outubro deste ano, em uma postagem no Facebook a auxiliar administrativa colocou uma self feita no carro e o sírio comentou em português: "Não devemos nos render", escreveu ele.

 

Juliana fez um “check in” no dia 14 de novembro, às 3h30 [ horário de Cuiabá] no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

 

E no mesmo dia, às 8h54, a garota fez outro "check in" que estava saindo com destino a Istambul, maior cidade da Turquia. Lá, possivelmente faria uma conexão e iria para a Síria.

 

A localização realizada pela Polícia Federal ocorreu após um boletim de ocorrência ter sido registrado pela família no dia 29 de novembro, já que a jovem não tinha retornado para o Brasil, como prometido.

 

Segundo a Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), onde Juliana trabalha, o notebook utilizado pela jovem foi cedido para a Polícia Federal para auxiliar as investigações.





Edição 116 Dezembro 2017

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