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Segunda-Feira, 18 de Novembro de 2019, 11h:39
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FAMÍLIA PEDE JUSTIÇA Twitter

Manobrista é agredido por PM supostamente embriago enquanto trabalhava na Capital

Por: Nathany Gomes - Especial para o Notícia Max

reprodução

homem

 

Um manobrista identificado pelas iniciais W.L.S., de 23 anos, foi agredido com um soco no rosto por um policial militar identificado como Adir Modesto da Silva, na manhã deste domingo (17), por volta das 05h, enquanto trabalhava em um estacionamento particular localizado na Avenida Miguel Sutil, na Capital.

 

Segundo informações do boletim de ocorrência, a briga começou após o policial tentar retirar o seu veículo do estacionamento. Em seguida, foi informado pelo trabalhador para aguardar na entrada do local, pois o mesmo iria retirar seu veículo. 

 

Exaltado, Adir informou ao manobrista que iria retirar seu carro. Neste momento, o trabalhador advertiu o condutor dizendo que somente ele poderia realizar esse procedimento, pois se tratava de regras do estabelecimento. 

 

O policial então ligou para uma terceira pessoa informando o fato. Neste momento, durante conversa o manobrista gritou dizendo “fala para ele que você está embriagado”. 

 

Após desligar o telefone, policial desferiu um soco contra rosto da vítima, apontou uma arma em sua direção e começou a correr atrás do trabalhador, que conseguiu escapar após entrar no interior de um estabelecimento comercial para pedir ajuda. 

 

A agressão ocasionou um corte profundo na pálpebra do olho direito de W.LS. Após a confusão, o suspeito fugiu e não foi mais visto.

 

Segundo a vítima, Adir apresentava sinais visíveis de embriaguez e por este motivo não permitiu que o militar retirasse seu veículo do local, evitando possiveis danos aos demais proprietários de veículos estacionados. 

 

Pedido de justiça

Diante dos fatos, irmã da vítima identificada como Nayhara Silva pede justiça. “Venho aqui expor minha raiva, agora pergunto: Que mundo vivemos, um trabalhador sendo agredido por um policial que estava embriagado, servidor da população, que deveria proteger e não ser um monstro da sociedade. Queremos no mínimo justiça, que ele responda pelo ato que cometeu, para que outras vítimas não caiam nas mãos desse monstro. Peço ajuda das autoridades, para que justiça seja feita”, finaliza. 

 

A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar (PM) que se pronunciou por meio de nota. Confira: 

 

"A Polícia Militar por meio da Corregedoria informa que não foi realizada até a manhã desta segunda-feira (18.11) denúncia formal do ocorrido. Portanto, destaca que a informação deverá ser encaminhada via Delegacia onde o fato foi registrado. Tão logo chegue, será instaurado uma sindicância disciplinar. Esclarece ainda que a Corregedoria possui uma Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão, que funciona das 7h às 19h - para recebimento de denúncias, localizado no bairro Jardim Paulista, na Avenida Miguel Sutil, além do Ganha Tempo, no bairro CPA I, onde funciona a Ouvidoria Setorial da PM, apta também para receber denúncia". 

 

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Edição 207 Dezembro de 2019

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