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POLÍCIA Terça-feira, 28 de Junho de 2016, 17:24 - A | A

Terça-feira, 28 de Junho de 2016, 17h:24 - A | A

Em plena luz do dia

Agente é executado quando fazia ‘bico’ de segurança

GD

Reprodução

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O agente prisional Aldo Halik, 50, foi executado com um tiro na cabeça, na tarde desta terça-feira (28), durante uma ocorrência no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá. A princípio, o caso é tratado como latrocínio, pois as informações preliminares levantadas pela Polícia Militar, apontam que os criminosos roubaram o revólver e a motocicleta da vítima que fazia a escolta de um caminhão carregado de cerveja. O crime foi praticado em plena luz do dia, por volta das 14h.

A morte de Aldo ocorre no mesmo dia em que outro agente do sistema penitenciário de Mato Grosso morreu no Pronto-Socorro da Capital depois de ficar 9 dias internado, também vítima de uma ocorrência tratada pela Polícia Civil como uma tentativa de assalto, pois na ocasião ele também trabalhava fazendo bico como segurança do MT Cap, título de capitalização comercializado no Estado.

No crime desta terça-feira, houve testemunhas que presenciaram a execução. Entre elas, funcionários que descarregavam a carga de cerveja e o motorista do caminhão da cervejaria Cristal. As informações são do tenente Thiago Pereira, oficial de área do 3º Batalhão da Polícia Militar.

Eles relataram aos policiais militares que os 2 bandidos chegaram à pé e anunciaram o assalto exigindo o revólver da vítima. Como o agente não entregou a arma, um dos criminosos sacou um revólver, mandou ele deitar no chão e atirou contra a cabeça do servidor público. Na sequência levou o revólver Magnun calibre 357 da vítima e também a motocicleta Honda Pop usada por Aldo.

Ambos os bandidos fugiram na motocicleta e um deles foi sem capacete. As informações foram coletadas junto aos funcionários que descarregavam a carga de cerveja num bar localizado na Rua 23 esquina com a Rua 10, do Jardim Florianópolis. Policiais militares fazem rondas pela região à procura dos criminosos.

Uma viatura da Polícia Militar permanece no local do crime preservando a cena até a chegada da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de uma equipe da Perícia e Identificação Técnica (Politec). O Gazeta Digital apurou que Aldo Halik é servidor da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), nomeado efetivo como agente do sistema penitenciário e recebia um salário bruto de R$ 6,3 mil.

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