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POLÍTICA & PODER Terça-feira, 16 de Agosto de 2016, 13:52 - A | A

Terça-feira, 16 de Agosto de 2016, 13h:52 - A | A

ATRASO NO REPASSE

Poderes continuarão a pagar salários de agosto com recursos próprios

Da Redação

José Medeiros/Gcom

 

O Ministério Publico do Estado (MPE), o Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e a Assembleia Legislativa continuarão usando os seus recursos próprios para manter os salários em dias dos seus servidores. Os chefes dos Poderes estiveram reunidos com o governador Pedro Taques e firmaram o acordo.

Na reunião eles montaram uma comissão para que os representantes dos poderes envolvidos acompanhem todo o fluxo de caixa do Estado. “Assim, nós podemos criar mais transparência. Todos vão acompanhar diária, semanalmente, todas as contas de Mato Grosso para que possamos honrar os salários dos servidores públicos do nosso Estado”, afirmou o governador.

Taques  disse ainda não ter previsão de quando poderá fazer o repasse de verba aos Poderes. O atraso dos repasses do duodécimo são referentes aos meses de julho e agosto já somam R$ 240 milhões, que seriam utilizados para a folha de pagamento.  O governo e os Poderes ressaltam que os atrasos são referentes apenas ao repasse para a folha de pagamento dos servidores dos Poderes. A verba para custeio das atividades das instituições está em dia.

Para a desembargadora Clarice Claudino, que estava representando o Tribunal de Justiça, os Poderes farão remanejamentos financeiros para garantir os salários em dias, mas avisou que os recursos não durarão por muito tempo.

Já o procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, explica que o Ministério Público Estadual tem destinado recursos próprios para pagamento dos salários. 

 Para que possam fazer o pagamento do salário de agosto, os Poderes farão remanejamentos possivelmente da verba de custeio. O MPE, por exemplo,  vai “segurar” duas licitações de obras. "O Ministério Público tem recursos porque não soltamos a licitação para a promotoria de Várzea Grande que é aproximadamente R$ 25 milhões, nem a de Rondonópolis, por exemplo. Estamos segurando para que este recurso seja garantido para pagar os salários dos servidores”, explica Paulo Prado, procurador geral do órgão.

 

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