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CIDADES Quarta-feira, 22 de Maio de 2024, 08:59 - A | A

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julgamento

Princesinha Macabra é condenada a 32 anos de prisão por decapitação de jovem

Ela foi condenada a 32 anos de prisão por envolvimento na morte de Gediano Aparecido da Silva, 19 anos, em janeiro de 2022 em Lucas do Rio Verde

Da Redação

O julgamento de Nithiely Catarina Day Souza, conhecida como “princesinha macabra”, foi realizado nesta terça-feira (21) . Ela foi condenada a 32 anos de prisão por envolvimento na morte de Gediano Aparecido da Silva, 19 anos, em janeiro de 2022 em Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte).

O caso, que remonta a eventos de 2022, quando Nithiely foi presa sob acusações de filmar a decapitação de Gediano. No vídeo, Nithiely declarou frieza ao ordenar a decapitação: “Arranca a cabeça dele”, disse ela enquanto fazia gestos com as mãos.

No vídeo divulgado, Nithiely declarou frieza ao ordenar a decapitação: “Arranca a cabeça dele”, disse ela enquanto fazia gestos com as mãos. Wesley foi condenado por emprestar e ocultar os veículos usados no crime, apesar de não ter participado diretamente.

No decorrer das investigações vários envolvidos no crime foram presos.
Nithiely foi acusada pelos crimes de tráfico, tortura, ocultação de cadáver e associação criminosa.

A Defesa alegou que Nithiely foi coagida e ameaçada a participar de atos criminosos pelos verdadeiros líderes da organização criminosa, argumentando que ela é uma vítima das circunstâncias.

Na acusação o promotor do caso, Saulo Pires de Andrade Martin, trouxe evidências que ilustram o envolvimento de Nithiely em atividades criminosas e os detalhes dos atos cometidos, mensagens de WhatsApp revelaram o envolvimento de Nithiely Catarina Day Souza e planejamento do crime.

Ele mostrou o vídeo de uma audiência on-line em que Nithiely confirma que havia matado. Também apresentou o vídeo da execução, onde é possível ouvir o momento em que a ré mandava arrancar a cabeça da vítima.

 Em evidências apresentadas pelo promotor, incluem confissões, mensagens incriminatórias e vídeos que documentam sua participação ativa no mundo do crime, o que levou a sua condenação durante o júri em 32 anos de prisão, por todos os crimes cometidos, inicialmente em regime fechado.

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