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ECONOMIA Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016, 10:34 - A | A

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016, 10h:34 - A | A

PIB

Economia brasileira encolhe 0,8% no 3º trimestre

R7

Reprodução

A soma de todas as riquezas brasileiras — o PIB (Produto Interno Bruno) — encolheu 0,8% no 3º trimestre de 2016 em relação ao trimestre imediatamente anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (30). O resultado apresentado hoje representa o 7º recuo trimestral consecutivo da economia nacional.

 

Todos os ramos de atividade econômica registraram quedas: na indústria, recuo de 1,3%; na agroupecuária, queda de 1,4%; e na área de serviços, encolhimento de 0,6%.

 

No segmento industrial, os piores resultados vieram da indústria de transformação, com queda de 2,1%, e construção civil, com recuo de 1,7%. Por outro lado, uma boa notícia: a extração mineral cresceu 3,8% e a extração de petróleo e gás também demonstrou reação.

 

Dentro do setor de serviços, as piores quedas foram de transporte, armazenagem e correio (-2,6%), outros serviços (-1,0%), intermediação financeira e seguros (-0,6%) e comércio (-0,5%).

 

Administração, saúde e educação pública e atividades imobiliárias mantiveram-se praticamente estáveis no trimestre. Já a atividade de serviços de informação (0,5%) variou positivamente.

 

3º trimestre de 2016 x 3º trimestre de 2015

 

O IBGE informou também que o PIB (Produto Interno Bruto) sofreu contração de 2,9% no terceiro trimestre de 2016, o 10º resultado negativo consecutivo nesta base de comparação.

 

Nessa comparação, a agropecuária registro queda de 6%. As culturas que tiveram os piores resultados foram: milho (-25,5%), algodão (-16,9%), laranja (-4,7%) e cana de açúcar (-2,0%). Por outro lado, houve aumento nas produções de café (11%) e mandioca (3,8%).

 

A indústria também registrou queda, de 2,9%. A indústria de transformação recuou 3,5%, resultado influenciado pelos recuos na produção de máquinas e equipamentos; da indústria automotiva e outros equipamentos de transporte; produtos de metal; artigos do vestuário; produtos farmacêuticos; móveis e equipamentos de informática.

 

A construção civil também teve queda (recuo de 4,9%). A indústria extrativa mineral diminuiu 1,3% em relação ao terceiro trimestre de 2015, puxada principalmente pela queda da extração de minérios ferrosos.

 

A atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou expansão de 4,3%, influenciada pelo efeito-base proveniente do desligamento de termelétricas no 3º trimestre de 2015 e no 1º e 2º trimestres de 2016.

 

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