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POLÍTICA & PODER Terça-feira, 13 de Setembro de 2016, 13:57 - A | A

Terça-feira, 13 de Setembro de 2016, 13h:57 - A | A

CASO ESMERALDAS

Emanuel classifica reportagem da Veja como falsa

Da Redação

Divulgação

 

O candidato à prefeitura de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), classificou como falso o conteúdo da reportagem publicada pela revista Veja – versão on line – nesta segunda-feira (12). Em nota, o candidato explicou a situação envolvendo um empréstimo dele com um empresário. O peemedebista ainda acusou a reportagem de omitir informações para prejudicá-lo, como a que ingressou com ação na Justiça com pedido de reparação por dano moral contra o empresário Salim Rahal.

Em relação à empresa Trade Mark, Emanuel Pinheiro afirmou que a empresa cobra por serviços não prestados, pois foi dispensada da responsabilidade de produzir o programa eleitoral de sua candidatura a prefeito nas eleições devido a baixa qualidade das três primeiras gravações.

Emanuel Pinheiro ainda afirmou que o empréstimo contraído foi movida pelas dificuldades financeiras do momento e pregou que não responde a nenhum processo por improbidade administrativa.  

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Veja On Line publicou reportagem, no início da noite desta  segunda-feira, 12 de setembro, com acusações falsas, a respeito de um fato totalmente esclarecido, ocorrido no início dos anos 90.

Antes de falar da origem da reportagem e das providências legais que serão adotadas, por respeito a você, eleitora e eleitor cuiabanos, esclareço que nunca respondi a nenhum processo por improbidade administrativa, nunca respondi a qualquer fato que tivesse relação com o mau uso de dinheiro público.

O caso trazido por Veja On Line 25 anos depois de ocorrido trata-se de uma disputa judicial no campo privado, entre mim e o empresário Salim Rahal. O caso está esclarecido na Justiça e, ainda hoje, pago pontualmente o que foi determinado judicialmente.

Além de não informar corretamente sobre a conclusão de um episódio do século passado, Veja On Line omitiu que o empresário Salim Rahal responde a um processo por danos morais, movido por mim, pela falsa afirmação de que eu teria tentado pagar a dívida com pedras preciosas falsas. Isso jamais ocorreu.

Em referência à empresa Trade Mark, trata-se de uma disputa judicial iniciada há 16 anos. Contratada para fazer minha campanha no ano de 2.000, a agência foi dispensada após o terceiro programa eleitoral, dada à baixa qualidade do material produzido. Inconformada com a demissão, a agência cobrou na Justiçapelos serviços publicitários que não prestou. A disputa está em fase final de negociação.

Sou um candidato ficha limpa, não respondo a nenhum processo por improbidade administrativa, não tenho nada na minha vida para me envergonhar. Quem nunca precisou recorrer a um empréstimo para sair de uma situação difícil? Não tenho vergonha de ter passado por dificuldades financeiras, milhões de brasileiros honrados passam por isso todos os dias.

Veja On Line trouxe fatos antigos, já resolvidos, sem sequer me ouvir (as perguntas chegaram à minha assessoria depois do prazo estipulado pela própria publicação). Diante disso, já pedi aos advogados da campanha as devidas providências judiciais.

Não tenho nada a esconder. Não tenho medo e ninguém colocará cabresto em mim. Meu compromisso é com o povo de Cuiabá e de Mato Grosso. É lamentável que uma publicação se deixe usar por interesses eleitoreiros e pela baixaria promovida pelos meus adversários.

Reitero o compromisso de fazer uma campanha limpa, digna dos eleitores cuiabanos e voltada para o desenvolvimento da nossa cidade.

Emanuel Pinheiro.

 

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