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17 de Junho de 2024

BRASIL Sexta-feira, 28 de Maio de 2021, 15:03 - A | A

Sexta-feira, 28 de Maio de 2021, 15h:03 - A | A

BRIGA

Doria chama Bolsonaro de 'genocida' e bate boca com Carla Zambelli

Deputada retrucou afirmando que Doria deveria permitir que ela terminasse a fala antes de se pronunciar, e que era 'natural' uma intervenção por parte de quem, disse ela, 'já mandou eu engraxar botas de militares'

G1

A deputada federal Carla Zambelli (PSL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), bateram boca na manhã desta sexta-feira (28) na inauguração de um conjunto habitacional na Zona Leste da capital paulista, financiado pelos governos federal e estadual.

No vídeo, captado por repórteres da rádio CBN, Doria chama o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), de "genocida".

Durante o evento, a deputada fazia um pronunciamento em que dizia que Bolsonaro "não destruiu empregos" e provocou a ira de Doria, que afirmou que o presidente "destruiu vidas".

"Bolsonaro não fechou comércios. Bolsonaro não decretou lockdown. Bolsonaro não fez toque de recolher, e também não destruiu empregos", falou Zambelli em pronunciamento, quando foi interrompida por Doria.

"Ele destruiu vidas, destruiu com vidas!". "Genocida!", afirmou Doria, seguido de aplausos e vaias à deputada por parte da plateia.

Zambelli retrucou, afirmando que Doria deveria permitir que ela terminasse a fala antes de se pronunciar, e que era "natural" uma intervenção por parte de quem já a mandou "engraxar botas de militares".

Por fim, a deputada acrescentou que engraxava ela própria a bota do marido, que também é militar.

Nas redes sociais, eleitores de ambos começaram uma discussão sobre o caso, afirmando que a deputada havia se aproveitado do feminismo para retrucar Doria e pedir silêncio enquanto falava.

No Twitter, após o evento, Zambelli afirmou que "Doria interrompeu" seu discurso e "gritou feito louco".

Doria e Zambelli participaram da entrega de 413 apartamentos em dois conjuntos populacionais no Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo. A construção foi feita com orçamento das Secretaria de Estado da Habitação de São Paulo, a Caixa Econômica Federal (CEF) e a Prefeitura de São Paulo.

O projeto é coordenado pelo Ministério de Desenvolvimento Regional e o evento teve a presença do titular da pasta, ministro Rogério Marinho.

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