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POLÍCIA Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016, 11:40 - A | A

Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016, 11h:40 - A | A

AÇÃO ESPECIALIZADA

Polícia Ambiental apreende 140 quilos de pescado irregular

Assessoria/PM-MT

FOTO: PM-MT

 

Policiais da 2ª Companhia de Polícia Militar Ambiental, sediada em Rondonópolis, apreenderam 138,7 quilos de pescado de quatro espécies. Além de pacu, pintado e cachara, foram encontradas 12 unidades de dourado, totalizando 62 quilos, peixe cuja pesca está proibida mesmo fora do período da piracema.

 

A apreensão ocorreu no final da tarde de segunda-feira (05.12), durante patrulhamento fluvial no Rio Vermelho, nas proximidades da região conhecida como “Ponte de Pedra”.

 

De acordo com o registro policial, a carga estava à margem do rio, escondida em uma área de mata ciliar. As suspeitas são de que os pescadores perceberam a aproximação da equipe da PM Ambiental e fugiram às pressas, abandonando o pescado.

 

Em outras regiões do Estado, policiais das unidades que integram o Batalhão de Proteção Ambiental prosseguem com patrulhamento e outras ações para reprimir a pesca predatória, especialmente durante a piracema, que é a época de reprodução dos peixes.

 

Na Baixada Cuiabana, por exemplo, a PM Ambiental intensificou o patrulhamento nas áreas ribeirinhas do Praeirinho, Passagem da Conceição, Fazendinha, Bonsucesso, Praia Grande, Pai André, Valo Verde, MT-040 (trevo Santo Antônio de Leverger), entrada de Nossa Senhora do Livramento, Ponte dos Imigrantes e Barra do Rio Branco.

 

O patrulhamento prossegue ainda no Rio Paraguai, com fiscalização na Barra do Sepotuba, Paraguaizinho, Rio Bugres, Barra do Cabaçal, entre outras regiões.

 

Piracema

 

Em Mato Grosso, o período de defeso 2015/2016, quando a pesca fica proibida para garantir a reprodução dos peixes, ficou estabelecido entre 1º de outubro de 2016 e 31 de janeiro de 2017 em todos os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins.

 

Somente a pesca de subsistência, ou seja, para alimentação de ribeirinhos, sem fins comerciais, está permitida. Para cada pescador está fixada uma cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso, respeitados os tamanhos mínimos de captura estabelecidos pela legislação para cada espécie.

 

Pelo disque-denúncia da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), 0800 65 3838, e da Polícia Militar, 0800 65 3939, a população pode informar a ocorrência de crimes ambientais.

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