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crítica ao mp

"Nenhum direito será retroagido", afirma Gisela, ao se referir à isenção de custas judiciais

A OAB-MT aponta que a ação de iniciativa do MPMT não tem cabimento

Da Redação

“A previsão de isenção de custas judiciais para os advogados em processos de execução de honorários advocatícios é legítima e constitucional, se fundamentou na natureza alimentar dos honorários e buscou garantir a dignidade da advocacia. A OAB-MT, mais uma vez, lutará para garantir que nenhum direito da advocacia seja retroagido”, afirmou a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, ao criticar a ação proposta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que pede a declaração de inconstitucionalidade do artigo da Lei estadual que prevê a isenção das custas.

A presidente da OAB-MT destaca que, em 2019, à época da discussão da lei, a Seccional acompanhou de perto, na Assembleia Legislativa, defendendo os interesses da advocacia mato-grossense e ponderando todos os aspectos do que estava em debate, principalmente os riscos de cerceamento do acesso à justiça em razão do aumento das custas judiciais.

Além disso, por diversas vezes, a OAB-MT esteve no TJMT defendendo esse direito essencial da advocacia.

“No que diz respeito à isenção de custas para a advocacia é irrefutável a pertinência técnica da emenda feita pelos parlamentares. Essa isenção, nas ações de execução de honorários, está estritamente atrelada na indispensabilidade da advocacia para a administração da justiça, conforme preconizado pelo artigo 133 da Constituição Federal”, enfatiza Gisela.

A OAB-MT aponta que a ação de iniciativa do MPMT não tem cabimento e que continuará lutando para garantir os direitos da advocacia mato-grossense.

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