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FICA ESPERTO Quarta-feira, 12 de Maio de 2021, 11:08 - A | A

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EXCLUSÃO

Fávaro cobra saída da Odebrecht do quadro societário da Rota do Oeste

O parlamentar recebeu informações sobre o “plano de cura” do contrato, que estabeleceu novos prazos para a conclusão das obras da rodovia, que já deveriam estar prontas

Redação

 Em reunião com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) defendeu a exclusão da Odebrecht do controle acionário da Rota do Oeste, empresa concessionária responsável pela BR-163. No encontro, realizado nesta terça-feira (11), o parlamentar recebeu informações sobre o “plano de cura” do contrato, que estabeleceu novos prazos para a conclusão das obras da rodovia, que já deveriam estar prontas.

Fávaro destacou que a manutenção da Odebrecht no quadro societário da Rota do Oeste pode impedir a realização de operações de crédito e inviabilizar o repasse de recursos para que as diversas obras de infraestrutura previstas no contrato de concessão enfim saiam do papel. “Fiz esta recomendação porque entendo ser necessário sangue novo neste contrato, já que o ‘plano de cura’ vai salvar o contrato. Não podemos correr o risco de ter uma empresa velha, contaminada no mercado, que atrapalhe a concessão de créditos e de novo a rodovia passe a não ter obras”.

O senador explicou que, em paralelo com o chamado “plano de cura”, tramita um processo de caducidade, ou seja, o rompimento do contrato por não cumprimento das cláusulas previstas. “Neste momento, tudo indica que será possível salvar o contrato, mas se este salvamento não ocorrer, poderemos seguir com a caducidade”. Para o parlamentar, não há nenhuma outra possibilidade que não assegure a realização das obras, seja com o contrato de concessão vigente, ou com um novo acordo.

A ANTT se manifestou de forma favorável ao plano apresentado pela Rota do Oeste, prevê a troca do controle acionário e entrada de novo investidor para continuidade das obras, com investimentos da ordem de R$ 3,2 bilhões nos próximos cinco anos. “Espero que tudo isso se concretize de forma rápida, porque enquanto isso não ocorre, perdemos amigos, familiares, trabalhadores, vítimas da ausência das obras, necessárias para darmos segurança a todos”.

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