ns dizem que pesou no bolso dos integrantes. Outros dizem que se trata apenas de uma vontade de voltar a tocar ao lado daqueles que os acompanharam nos anos mais loucos das vidas deles. O que isso importa? Bem pouco. Se motivos obscuros, secretos, ou até banais levaram Axl Rose (voz), Slash (guitarra) e Duff McKagan (baixo) ao mesmo palco depois de 23 anos, isso é irrelevante. O Guns N’ Roses voltou à formação mais clássica - para completar o quinteto, ainda faltam Steven Adler (bateria) e Izzy Stradlin (guitarra), mas aí já seria pedir demais.
Talvez só os mais ferrenhos fãs da banda pudessem acreditar que algum dia os três estariam juntos em um palco novamente. Farpas voaram de um lado para o outro durante esses mais de 20 anos. “Não nessa vida”, respondeu Axl certa vez a respeito de um retorno de Slash. É com uma gostosa carga de ironia que a banda, com Slash e McKagan, nomeou essa turnê dessa forma. A Not in this Lifetime Tour passou pelos Estados Unidos e chega, nesta terça-feira, 8, ao Brasil.
O reencontro com o público brasileiro desses três quintos do Guns N’ Roses se dará primeiro em Porto Alegre, atualmente a porta de entrada do País para turnês mais longas de bandas grandiosas. Não é por acaso que Foo Fighters, por exemplo, em 2015, começou seu giro por aqui no Rio Grande do Sul. O mesmo ocorre com o Black Sabbath, cuja turnê de despedida da banda se inicia no Estacionamento da Fiergs, dia 28, antes de passar por Curitiba (dia 30), Rio de Janeiro (2 de dezembro) e São Paulo (dia 4). A questão é de logística.
Por aqui, a banda se apresenta em Porto Alegre (Estádio Beira-Rio), nesta terça-feira, 8, e em seguida toca em duas noites seguidas em São Paulo, dias 11 e 12, no Allianz Parque. A passagem pelo País ainda contará com shows no Rio de Janeiro (no Engenhão, dia 15), Curitiba (Pedreira Paulo Leminski, dia 17) e em Brasília (Estádio Nacional, dia 20).
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