Se havia alguma desconfiança em torno da eficácia do giro realizado por Tite e seus auxiliares por estádios e treinos antes de sua estreia oficial, ela foi derrubada após a vitória de 3 a 0 sobre o Equador, nesta quinta-feira, em Quito. Em entrevista coletiva ao fim da partida, o novo comandante da seleção brasileira deixou clara a importância do contato que manteve com os colegas.
Eles foram fundamentais, por exemplo, no desempenho de Gabriel Jesus.
O atacante de 19 anos sofreu pênalti assinalado por Neymar e balançou as redes duas vezes diante dos equatorianos.
Foi o nome do jogo, sem dúvida.
E, para Tite, nada disso teria acontecido se não fosse o suporte dos técnicos que trabalharam com Jesus e ajudaram a 'decifrá-lo'.
"Tenho que ser justo com Cuca, Marcelo e Oswaldo trabalharam com Gabriel. Enchi o saco de todos os técnicos do Brasil. Não estou falando por demagogia, mas isso me ajudou muito, falei com eles. A vitória foi muito em função deles", afirmou o técnico.
"Foi um dos aspectos (do trabalho) que tive a oportunidade de fazer. Almoçamos em Salvador, jantamos no Rio Grande do Sul, fomos para o Rio (de Janeiro), tudo para minimizar ao máximo a possibilidade de erro para ser justo, sabendo que humanamente se vai cometer alguma injustiça", prosseguiu.
Com sete atletas oriundos do ouro olímpico, Tite aproveitou para ressaltar também a parceria com Rogério Micale.
"Obrigado Micale, obrigado Seleção olímpica, que nos prestou uma competitividade grande. Uma coisa está linkada com a outra. Brinco que fui auxiliar do Micale agora o Micale colaborou com nosso trabalho", sorriu.
Com o resultado fora de casa, a seleção brasileira saltou do sexto para o quarto lugar, com 12 pontos, e entrou na zona de classificação para a Copa do Mundo de 2018.
Em voo fretado, o time comandado por Tite deixa rapidamente o estádio e viaja ainda nesta noite para Manaus, onde enfrenta a Colômbia na próxima terça-feira, às 21h45 (de Brasília), na Arena da Amazônia.
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