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POLÍTICA & PODER Terça-feira, 04 de Outubro de 2016, 13:22 - A | A

Terça-feira, 04 de Outubro de 2016, 13h:22 - A | A

ELEIÇÕES 2016

PDT orienta apoio para Emanuel no 2º turno em Cuiabá

Da Redação

 

Presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Mato Grosso, o deputado Zeca Viana anunciou nesta terça-feira (4) que a sigla deverá apoiar a candidatura de Emanuel Pinheiro (PMDB) no segundo turno da disputa eleitoral em Cuiabá. O ex-candidato do PDT à prefeitura de Cuiabá, Julier Sebastião, deverá realizar uma reunião com os partidários nesta quarta-feira (5), quando será definido, em consenso, a postura que os pedetistas da Capital irão adotar neste segundo turno.

"A orientação do diretório regional é apoiar o Emanuel. No meu ponto de vista, o Julier deve liberar o PDT, se ele não simpatizar com o Emanuel nem o Wilson, para que o PDT caminhe junto com o Emanuel Pinheiro. Esse é meu ponto de vista. Mas, eu vou aguardar a reunião dele com o pessoal do PDT em Cuiabá, e aí nós voltamos a falar”, disse o deputado em entrevista à Rádio Capital FM.

Julier conquistou 23.307 votos no primeiro turno e ficou em quarto colocado, com 8,12% dos votos válidos. Por isso, o apoio pedetista é um pode fazer diferença na disputa do segundo turno em Cuiabá.

O deputado Zeca Viana também acredita que o apoio do funcionalismo público deverá ser fundamental nesse segundo turno, já que os dois candidatos estiveram em frontes opostos durante o imbróglio da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais, episódio que ficou conhecido como “Guerra da RGA” e foi marcado pela maior greve da história de Mato Grosso.

Em Mato Grosso, são cerca de 100 mil servidores públicos, dos quais cerca de 70 mil moram na Capital. Emanuel Pinheiro e Zeca Viana lideraram o bloco de deputados que lutava pelo pagamento integral da RGA de 11,28%. Para o pedetista, essa história deve fazer diferença nas urnas.

“Agora o próprio governador deu calote no pagamento e jogou pro dia 10. Então, ele próprio joga o funcionalismo contra o candidato dele. E o candidato dele fala a língua dele. E eu acho que não é justo. Salário é prioridade, não só do governo, mas de todos os segmentos, inclusive a classe empresarial tem sempre prioridade com os salários”.

 

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